sábado, 27 de outubro de 2012
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Descrevendo...
Meu texto da matéria de Oficina de Redação, o objetivo era descrever um personagem ou lugar de forma subjetiva, saiu isso...haha
O
velho banco da Praça
Final da tarde de primavera,
me sento no velho banco da praça e por um instante paro para observar o
ambiente entristecido e inundado em memórias que está diante de meus olhos.
Quem observa a monotonia que se encontra o
lugar nos dias de hoje, nem imagina que a praça já serviu de cenário para as
brincadeiras de tantas crianças que se divertiam no parquinho, e no fim do dia
era o ponto de encontro para os velhinhos que jogavam xadrez ou alimentavam os
pombos.
O que vejo agora é uma
praça deserta, a calçada desgasta pelo tempo já não possui mais as marcas de
giz que limitavam as brincadeiras como “amarelinha”.
As árvores com seus
troncos velhos e galhos espalhados deixam filtrar pequenos raios de sol, há marcas
de nomes registrados nos cascos que abrigam incontáveis histórias de peraltices.
Os bancos de madeira e os brinquedos do parquinho de diversão tem sua cor
desbotada pelo tempo, pelo sol e pela chuva.
Há pedras no chão
organizadas de forma harmoniosa, criando pequenos caminhos no interior da
praça.
Só ouço os passarinhos
cantarem e ao fundo o barulho dos automóveis, a ausente algazarra e gargalhada
das crianças acentua a angústia do lugar.
O que ainda traz
sensação de vivacidade são as rosas de uma deslumbrante cor vermelha e a grama
verdinha que se estende como um tapete aconchegante até a linha da rua.
Dali em diante só há
inúmeros edifícios e construções, envolvidas a uma camada cinzenta e
deprimente, que se perde de vista na linha do horizonte.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Quase Sem Querer
Mais um pra série "Rabiscando o caderno"...
Tenho andado distraído,
Impaciente e indecisoE ainda estou confuso,
Só que agora é diferente ♫
Quase sem querer - Legião Urbana
domingo, 7 de outubro de 2012
Tão só
Só estou observando
A movimentação
Todos, tão preocupados,
“Será que horas são?”
Figurante de um filme
Drama com ação
Não quero ser protagonista
Levo jeito não.
Onde é que me escondo
Não sei pra onde ir
Cada passo
Um passo a menos
Na hora de fugir.
Peça estranha
Jogo errado
No quebra cabeça
Não acerto nenhum lado
Desajeitada à beça.
Fases da lua passam
Minha fase não
Sento na grama e paro
Será que é tudo em vão?
Tão só, tão só.
sábado, 6 de outubro de 2012
Pé na Estrada
Disse adeus
Partiu sem
rumo
Pegou a
estrada
Sumiu no
mundo.
Aparente imagem
De menino
enfadonho
Na mochila
levava
Um grande
sonho.
Almejava ser
livre
Sentir o
ápice da vida
Pés no chão
Mente voando
Atitude
destemida.
Longos
passos
Sentiu na
pele
O espírito livre
Que as canções
Descrevem.
Após anos
Resolveu voltar
Mas descobriu
Que a
estrada
Era seu
lugar.
Com uma base do livro On The Road, haha
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